Gabriel assina seus trabalhos com o nome artístico Dunga em homenagem ao chargista Duke, do qual coleciona publicações. Com um imaginário extremamente poético, ele pesquisa referências diversas como desenhos e cerâmica chineses, máscaras africanas e orientais, obras como Abaporu de Tarsila do Amaral, O Grito de Munch, Salvador Dali. Mais recentemente, vem experimentando a fragmentação e o derretimento dos corpos de seus personagens, com clara referência ao surrelismo e destaque para grandes áreas de total abstração. Organiza seus personagens, os Guardiões do Amanhã, em universos distintos: universo de seres distorcidos, universo dos planetas, universo das máscaras, universo de água, universo das lanternas verdes, vermelhas e azuis, entre outros. Com personagens como Eternidade, Infinito e Imperador Solar, ele fala em onipotência, onipresença, inconsciência e na polaridade existente entre Lord Caos e Mestre Ordem.
Realizou em 2018, sua primeira exposição “Universo Personas” na Galeria Rosimeire Silva do Centro de Convivência Marcus Matraga, e, em 2019, a exposição “As três dimensões dos criadores” na galeria Galeria de Arte do SESIMINAS BH. Participou de diversas exposições coletivas, dentre elas, “Movências: (trans) figurações.livro.tempo” da Diretoria de Ação Cultural da UFMG (2021), Nos Porões da Loucura no Teatro Marília (2019). Junto com seus irmãos foi premiado no “Festival Ponta a Pé Cultura-2021 Prêmio Arte e Sociedade” com maior votação popular. Foi selecionado para o “Circuito Municipal de Cultura 2022″.